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As caras do terror

Berlim, 4 de fevereiro de 2013
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Herta, Hildegard, Irene… as mulheres que aparecem nesta imagem poderiam ter sido inovadoras cientistas, prolíficas escritoras ou virtuosas pianistas, felizes donas de casa ou simpáticas lojistas, mas para o roteiro do filme de sua vida escolheram um papel terrivelmente cruel: vigilantes do campo de concentração de Bergen-Belsen. Elas não foram as únicas, claro: cerca de 4.000 mulheres exerceram funções de Aufseherinnen em campos como Auschwitz, Ravensbrück e o mencionado Bergen-Belsen.

A imagem é datada de abril de 1945, pouco depois que o exército britânico ocupou este campo, onde mais de 50 mil pessoas morreram em poucos anos. Herta, Hildegard, Irene e tantas outras Aufseherinnen foram responsáveis por converter os últimos meses de vida de milhares de pessoas em um terrível pesadelo, matando as mulheres de fome, frio ou torturas. Talvez Herta, Hildegard e Irene foram diretamente responsáveis ​​pela morte de Anna Frank aos 15 anos, ou sua irmã Margot aos 19, as duas mortas em Bergen-Belsen apenas dois meses antes que os nazistas perderam a guerra. Somente dois meses.

No mesmo local onde entre 1933 e 1945 esteve a sede da Polícia Secreta do Estado (Gestapo), lugar conhecido entre os berlineses como a “casa dos horrores”, pode-se visitar “Topografia do Terror”. A sua exposição permanente centra-se nas “Tropa de Proteção”, a polícia e as instituições que serviram o Terceiro Reich para aterrorizar a população e manter os adversários políticos na linha.

Até 9 de novembro pode-se visitar também a a exposição temporária “Berlim 1933 – O caminho para a ditadura”: várias fotografias relatam as consequências que para o país e para o mundo inteiro, teve a subida ao poder de Hitler, o que aconteceu faz 80 anos (30 de janeiro de 1933). Tanto esta exposição quanto a permanente oferecem todas as informações em Inglês. O centro está aberto de segunda a domingo, das 10h às 20h, e o acesso é livre.

A construção da Alemanha pós-nazista em Bonn

A antiga capital da República Federal da Alemanha até a reunificação, uma pequena cidade que ainda mantém a sede de alguns ministérios, acolhe um destacado museu que também vale a pena visitar: o Museu da História da RFA (veja o vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=lUfEXY09zk0). O museu está fechado às segundas-feiras ea entrada é gratuita.

Algumas fotos da exposição Topografia: http://www.flickr.com/photos/11873897@N08/8434192721/in/set-72157631956044156
Web “Topografia do Terror”:
http://www.topographie.de/en/
Web “Casa da História da Alemanha”: http://www.hdg.de/bonn/

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